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sábado, 24 de abril de 2010

Fiuk segue passos do pai na TV e cinema

Filho de Fábio Jr., estreia no cinema e na TV como ator, corre o país com sua banda e vira ídolo da garotada.

"Um dia me ligou um cara e disse: "Véio [Velho], tem como você falar com seu pai pra ele me colocar na "Malhação'?'". Essa não foi a primeira vez- e não será a última- que o cantor e ator Fiuk, nome artístico de Filipe Galvão, 19, ouviu essa frase. "O que me incomoda é que as pessoas não sabem o que eu passo e falam: "Tá aí só por causa do cara, fazendo música só porque é filho do cara"."

Ele garante que o "cara" em questão, seu pai, o cantor Fábio Jr., não deu nenhum telefonema para que o filho se tornasse protagonista da novela adolescente "Malhação ID", da Globo. "Um amigo me indicou para os testes do filme "As Melhores Coisas do Mundo" [que estreou na sexta], da Laís Bodanzky. Eu passei e ganhei um papel. Quando as filmagens acabaram, fui chamado junto com outras pessoas do elenco para fazer testes na Globo e entrei em "Malhação'", conta, enquanto aguarda no camarim para gravar o programa "Altas Horas", em São Paulo. Em cinco meses no ar, Fiuk (que ganhou o apelido aos dez anos, de um amigo) virou a mais nova estrela brasileira. Sua página no Twitter tem 412 mil seguidores. Ele tem mais de 50 fã-clubes na web.

"Preciso passar um corretivo aqui, ó", mostra um machucadinho em cima do nariz. "Meu papagaio Bob me bicou, acredita? Fica tanto tempo sem me ver que ficou doido." São 11h30 de uma quinta-feira fria na capital paulista. O rapaz, de calça jeans azul, camisa branca, malha preta, moletom amarelo, tênis branco com cadarços roxo e rosa num pé e rosa e verde no outro, acaba de acordar de um cochilo no camarim. "Peguei o avião às 23h40 ontem, no Rio [onde se hospeda em um flat]. Dormi na casa do meu pai [onde mora], em Alphaville (SP), e cheguei aqui hoje às 10h30 para passar o som com a banda. Amanhã volto para o Rio e à noite faço show em Cubatão (SP). Não tenho tempo pra dormir, pra ligar pra quem eu gosto, pra ficar em casa. É uma rotina bizarra", diz.

"Vamos tocar "Segredinho" [a música "Segredo']?", pergunta para os outros integrantes da banda. "Começa daquele jeito, Xande [baterista], aí eu falo "levanta a mão, galera'". "Aprendi a tocar violão com nove anos porque minha mãe [a artista plástica Cristina Kartalian] me obrigou, depois comecei a tocar guitarra, fiz aula de bateria e decidi que seria vocalista de banda." Fez algumas aulas de canto, mas logo parou. "Perguntei para o meu pai como eu aprendia a cantar. Ele disse: "cantando".

Até junho a Hori, que lançou o primeiro CD no ano passado pela Warner e emplacou uma música na abertura de "Malhação", não tem mais datas para shows. "O cachê da banda aumentou quase dez vezes depois que o Filipe entrou na novela",diz o empresário Celso Giunti, o mesmo de Fábio Jr. Com o dinheiro que ganhou até agora, conseguiu comprar "a guitarra do sonho, uma Gibson 335". "Dinheiro não me atrai."

"Fiuk, pelo amor de Deus, tira uma foto comigo?", pede a fã Julie, 17, na porta do camarim. Ela entrega um papel para ele: "Por favor, me segue no Twitter! Sei que você só segue 140 pessoas, mas me adiciona. Aqui está o meu nome."

Antes da pausa para o almoço, ele participa de reunião com uma grife que o contratou para assinar uma linha de roupas. Discutem as fotos para o catálogo da marca. Fiuk dá palpite em tudo. "Baixaram umas ideias aqui e agora que podem ser ridículas, mas vou falar. Imagina eu ali na praia com uma guitarra. A música atrai muito mais", fala. "Eu sei o que quero. Não é por pretensão. Não é que o azul é melhor que o roxo, mas eu quero branco." Foi sabendo o que queria que ele abandonou a faculdade de publicidade após um ano. "Eu ficava compondo nas aulas. Aquilo não era pra mim."

Durante a gravação de "Altas Horas", as meninas gritam: "Fiuk, eu te amo!", "Liiindo!". Quando a Hori começa a tocar "Só Você", um dos sucessos na voz de Fábio Jr., o público canta em coro. "Pra mim é um tesão gravar uma música do meu pai. Ele é um deus pra mim, é muito foda!", diz, antes de entrar na van que o levaria para casa, às 20h.

"Quer um cafezinho? Esse aqui tá bom, forte", oferece à repórter no começo da tarde de terça-feira, desta vez no Projac, no Rio, onde grava "Malhação". "Hoje estou mole, com uma gripezinha", diz. Ele senta numa mureta com café na mão, cigarro na outra- fuma desde os 15 anos- e começa a ler e repetir baixinho as falas de Bernardo, seu personagem na novela. Batuca com as mãos em cima da perna, como se tocasse bateria. "Faço isso o tempo todo, não consigo ficar parado."

O capítulo a ser gravado aborda o vício do crack. É o chamado "merchandising social" da trama, diz a assessora da TV Globo. "Minha geração, de classe média alta, não teve dificuldade. Sempre teve o que comer, carro na garagem. Então é muito mais fácil cair na tentação de uma droga", diz. "Eu não sou perfeito. Mas sou muito focado. Não trocaria minha carreira por uma "viagem". Minha droga é o palco."

Fiuk não acha que sua geração seja careta, mas sim "abstrata". "Se a gente pegar dez pessoas aqui, uma vai falar que é homossexual, a outra que odeia gay, a outra que não tem preconceito. Hoje a galera está mais liberal em todos os sentidos. Pra mim, por exemplo, são poucas mulheres que se valorizam. Banalizou muito. Menina de 12 anos perde a virgindade, com 13 sei lá o que faz."

Depois de gravar as duas cenas que tem no dia, o ator segue para o restaurante da emissora, com o assistente de produção Ademir Gomes. Ele se lembra do dia em que o ator ajudou um faxineiro a carregar uma caixa de água e foi aplaudido por vários funcionários da TV. "Fiquei muito chateado [com as palmas]. Foda-se que tô na Globo, aqui todo mundo é igual. O mundo é muito mais simples, pra quê complicar tanto, né?"

Pede um frango grelhado com purê de batatas e um guaraná. O telefone toca. "Oi, amor, tudo bem?". É a namorada, Natália, produtora de moda. "Sou caretão, romântico pra caramba. Acho o amor uma coisa animal. E o amor é uma parada de rock. Meu pai, então, é rock'n'roll total."

Aos 27 anos, Natália é oito anos mais velha do que ele. Novo ídolo das adolescentes, Fiuk dá o seu recado: "Nunca me relacionei com meninas mais novas. Eu não sou mais maduro que ninguém, mas com as mais novas nunca tinha papo, era muito nhenhenhém."
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Fiuk e Banda Hori no programa Tudo Aqui

Filme com ídolo teen Fiuk estreia nos Cinemas

O universo adolescente é variável de acordo com o momento em que se vive. Numa configuração deste universo atual o filme As Melhores Coisas do Mundo estreou nos Cinemas do Brasil, nesta sexta-feira, 16.

O filme tem a direção da consagrada cineasta Laís Bondanzky contando com o roteiro de Luiz Bolognesi baseado em série de livros “Mano” de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto.

A trama gira em torno de Mano, um garoto de 15 anos, com as típicas (e inevitáveis) dúvidas, pressões e descobertas dessa idade. Amizades, paixões, dramas familiares, conflitos sociais e com ele mesmo, são alguns dos elementos que guiam o protagonista da história.

No elenco há tanto atores consagrados como estreantes, dentre esses nomes, destaca-se a presença de Fiuk (atual protagonista de Malhação), Francisco Miguez, Paulo Vilhena, Denise Fraga,Caio Blat e José Carlos Machado.

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Fonte: TV Aqui

Novo ídolo teen, Fiuk fala da relação com a fama

"O que me incomoda é que as pessoas não sabem o que eu passo e falam: 'Tá aí só por causa do cara, fazendo música só porque é filho do cara'." O cantor e ator Fiuk, nome artístico de Filipe Galvão, 19, conta um pouco da relação com o pai famoso, Fábio Jr., à repórter Lígia Mesquita, da coluna Mônica Bergamo.

Fiuk conta que seu pai não deu nenhum telefonema para que ele se tornasse protagonista da novela adolescente "Malhação ID", da Globo.

"Um amigo me indicou para os testes do filme 'As Melhores Coisas do Mundo' [que estreou na sexta], da Laís Bodanzky. Eu passei e ganhei um papel. Quando as filmagens acabaram, fui chamado junto com outras pessoas do elenco para fazer testes na Globo e entrei em 'Malhação'", conta, enquanto aguarda no camarim para gravar o programa "Altas Horas", em São Paulo.

Em cinco meses no ar, Fiuk (que ganhou o apelido aos dez anos, de um amigo) virou a mais nova estrela brasileira. Sua página no Twitter tem 412 mil seguidores. Ele tem mais de 50 fã-clubes na web.
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Fonte: Folha Online

“Vou levar 30 anos pra me comparar ao meu pai”, diz Fiuk sobre Fábio Jr.

"Nossa, foi muito emocionante ouvir a galera gritando 'Fiuk, eu te amo!' no show. E eu tava abrindo pro meu pai, nunca imaginei isso', conta Fiuk, 19, para a repórter da Folha, na terça-feira passada, no Rio. O momento mágico em questão foi o show na sexta, dia 9, na cidade de Cubatão (SP). Sua banda, a Hori, havia se apresentado antes de seu pai, o cantor Fábio Jr.

Com a agenda "punk", sem tempo pra nada por conta das gravações de "Malhação ID", em que vive o protagonista Bernardo, e os shows com a Hori nos finais de semana, ele recebeu a reportagem da Folha durante dois dias. A primeira vez foi nos bastidores do "Altas Horas", em SP, e a segunda, quatro dias depois, no Projac, no Rio, onde ficam os estúdios de "Malhação".

Fiuk conta que fundou a banda aos 13 anos, quando começou a sonhar em ser vocalista. "Eu adorava a banda Blink-182 e me imaginava sendo o Tom, o vocalista", diz. "Eu brinco que meu coração não pulsa, ele toca notas [musicais]", prossegue, após passar o som com os companheiros Xande, Max, Fê Campos e Renam, no estúdio do "Altas Horas". "Sempre sonhei com isso, com a galera vibrando, cantando a minha música. Quero viver isso a vida toda. Quero morar no palco, vou colocar uma cama no palco."

"Olha eu aqui!", aponta para o papel com as fotos dos convidados do programa de Serginho Groissman, na porta do estúdio. "Mulheres, por favor", diz o cantor e ator de 19 anos, em um ato de cavalheirismo, segurando a porta para a repórter e a fotógrafa entrarem primeiro no local.

O jovem não é atencioso apenas com a reportagem. Ele cumprimentas todas as pessoas da produção da novela e do programa de Serginho Grosiman e atende todas as fãs com um sorriso no rosto. "Quando eu era menor achava que se um dia encontrasse meus ídolos eles nunca me dariam bola. E decidi que se um dia eu ficasse famoso eu iria tratar bem todos os meus fãs", fala.

Por isso, diz, a única coisa que o tira do sério é quando lê no Twitter ou em blogs alguém o chamando de "metido" ou falando para "ser humilde". "Eu sou muito cuidadoso, carinhoso com todo mundo. Quem me conhece sabe que não sou metido. Outro dia inventaram que eu cobro pra ir em eventos, dar entrevistas, que só ando de jatinho. É chato ver isso, nego faz por maldade, isso dói em mim. Acho que algumas pessoas se incomodam com a alegria de outras."

Durante a pré-estreia de "As Melhores Coisas do Mundo", no Rio, no dia 13, cerca de 20 fãs aguardavam Fiuk, um dos atores do longa de Laís Bodanzky que estreou na sexta-feira. A reportagem conversou com todas as meninas para saber o que elas realmente gostavam no novo ídolo. Todas responderam que, além da beleza, era a simpatia e o carinho. Para provar, mostravam as fotos tirada com Fiuk na frente do Projac ou em algum show da Hori. "Olha essa foto. Ele me emprestou o relógio que ele usa em Malhação para eu tirar a foto. Você acredita? Ele é muito legal!", diz Ana Beatriz, 17, do fã-clube Fiuk Seduction. As outras, dos fã-clubes Fiukólatras, Fiuk Obsession e Banda Hori, também mostram fotos que estampam "o carinho" do ídolo.

Por conta das gravações de "Malhação", o ator-cantor não conseguiu ir à pré-estreia.
Leia alguns trechos da entrevista com o novo ídolo adolescente:

QUANDO VIROU FIUK

"Quando eu tinha dez anos meu melhor amigo era o Tétio, filho do jardineiro. Ele era meu irmão mais velho. Um dia ele começou a me zoar porque eu não tinha apelido e me chamou de Fiuk. Aí começou e o apelido pegou"

SOBRE O PAI, FÁBIO JR.

"Não me acho tão parecido com ele. Acho que a gente se parece mais nos gestos [Fiuk fala "caramba" e "Dom" várias vezes, muito parecido com o pai. Já Fábio Jr. Já falou na TV "véio", expressão que o filho usa a toda hora] Ele é magrelo que nem eu. Não sei como ele conseguiu ser mais magro do que eu com 23 anos de idade. Ele pesava 56 quilos. Eu peso 61, um pouquinho mais, né? (risos)."'

"Nem me comparo ao meu pai. Vou levar 30 anos pra me comparar a ele."

AMIGOS

"Meus amigos mesmo são os caras da banda [Hori], dois amigões de fora da banda e minha namorada."

MÚSICA

"Tem som que eu não ouço, mas não vou entrar no meu Twitter e falar: eu odeio isso, isso aqui é muito ruim. Eu não gosto, mas ninguém precisa saber que eu não gosto.

"É hipocrisia falar que não baixo música. Óbvio que eu baixo, qualquer um baixa. Mas os discos dos meus ídolos eu compro. No momento tenho escutado Paramore, Incubus, John Mayer, Jamie Cullum, Jeff Buckley."

TRABALHO E FAMA

"Eu costumava dizer brincando pro meu pai: Um dia vou reclamar de boca cheia que não tenho tempo pra nada. Aí um dia comecei a contar tudo o que eu tinha feito: aconteceu isso, aquilo e ele bateu nas minhas costas e falou 'Lembra do que você me falava?' e começou a chorar. Ô pai e filho chorão."

"Eu sou assim, cara, do jeito que eu me mostro. Vou mentir pra quem? Independentemente de ser legal ou não o jeito que sou, sou assim. Não vou fazer tipo pra ninguém. Eu não deixo de fazer as coisas que eu gosto e não faço coisas que eu não gosto. Tipo, não vou nessas festas para ficar aparecendo, maior pagação. Não sou eu."
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FIGURINO COLORIDO

"Eu era muito PB [preto e branco], era muito down. Aí na 'Malhação' me apresentaram um relógio colorido para o meu figurino. Olhei falei: não vai combinar. Aí falei, quer saber, essa é a minha nova fase, vou viver isso. Comecei a usar calça verde, vermelha. Quando estou feliz, pareço o arco-íris."
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

"Estou surtado há 1 ano e meio com o filme", diz Fiuk em dia de estreia


Falar com Filipe Galvão, ou Fiuk, como ele gosta de ser chamado, é tarefa das mais difíceis. Faltando apenas dois dias pra sua estreia no cinema como um dos protagonistas de As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzki, o novo queridinho do Brasil abriu com muito custo uma brecha na agenda pra falar com o Virgula.

Tivemos dez minutos de papo com o gato e logo no início da conversa ele já avisou: “Só não me chame de galã, isso não é pra mim”. Ok, Fiuk, a gente aceita sua modéstia.

Por que o rótulo de galã te incomoda?
Ah, isso não é pra mim, não me enquadro nessa imagem e não ligo pra isso. Fico até sem graça de ouvir essas coisas.

As Melhores Coisas do Mundo estreia hoje (16). Muita dor de barriga por aí?
Nossa, estou muito ansioso. Eu gravei o filme há um ano e meio e estou surtado desde então. Fico curioso pra ver a reação do público, não sei como as pessoas vão receber e entender a história. É muita ansiedade!

O Rodrigo Santoro se revelou como um bom ator num filme da Laís Bodanzki, o Bicho de Sete Cabeças. Já rola uma comparação entre a projeção que ele teve e a que você pode ter agora?
Imagina! Se existe não é da minha parte. O Rodrigo já tinha sete anos de carreira quando filmou com a Laís e eu ainda estou muito no comecinho da minha como ator.

Você sempre quis ser artista?
Músico eu sempre quis ser, não tem como negar a influência paterna, né? Mas ator é novidade pra mim, não pensava nisso, não. Mas estou adorando atuar.

Você tem conseguido conciliar os shows com a Hori e sua vida de ator?
Não me pergunte como, mas tenho! A gente tá com uma agenda de shows bem apertada, mas tá rolando.

Seu pai curte as músicas que você toca?
Muito. A gente troca muita figurinha, conversamos sobre instrumentos, sempre mostro arranjos novos pra ele, peço dicas. Só Você, que é a nossa música de trabalho, é uma regravação dele e estamos preparando mais uma, mas ainda é segredo.

Você se acha muito parecido com o seu pai?
Costumo falar que sou uma versão anos 2000 do Fábio Jr, haha! Me acho muito parecido com ele, fico de cara quando assisto alguns vídeos do meu pai quando tinha a minha idade. Não é nem tanto pela aparência física, mas pelos gestos, pelo modo de andar, de se mexer.

Você gosta de moda?
Adoro. Gosto de escolher minhas roupas, ter meu estilo. Mas não sou nada ligado em marcas, não me preocupo com preço das peças, nada disso. Só curto me vestir bem.

Você usa muitas roupas coloridas. A inspiração vem dos anos 80?
Vem sim, gosto muito dos anos 80. Até bem pouco tempo eu era muito preto e branco, quase não vestia roupas de outras cores. Aí resolvi experimentar, usar calça vermelha, roxa. Gostei!

Você namora com a mesma menina há dois anos. A relação de vocês mudou muito depois que você ficou famoso?
Hoje a nossa maior dificuldade é a minha falta de tempo. No começo ela não entendia muito bem todo o assédio em cima de mim e acabava sentindo ciúme. Mas agora ela já está de boa, não liga mais.

O que você faz pra manter o corpo. Pratica algum esporte?
Cara, eu sou muito sedentário. Além de estar sem tempo nenhum, não sinto prazer malhando. Todas as vezes que eu tentei ficava pensando que em vez de levantar peso eu poderia estar tocando violão, haha.

E com alimentação, você se preocupa?
Sim. Estou sempre comendo alguma coisa! Sou bom de garfo!
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Fonte: Vírgula

Malhação ID - 12/04 a 16/04

Cissa fica indignada com Bernardo

Bernardo encontra João no beco, e ele fica assustado


João tem um delírio e cai desmaiado


Bernardo corre atrás de João